quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Evelaine.

Inclua-te ao espetáculo dos sentidos homem dos credos
E veja que o amor também se inclua a nossos desejos
Que a perversidade de deus em teu âmago nos proibiu
De nos amarmos sem véu para dentro de nosso deleito.

Prossiga o caminho reto, onde o paralelo e como um morto feto.
Sonhos meus começam de onde compartilham com quem traiu um adão sem vida
E quando a água sobre a terra cessou, posso senti-la sobre meus pensamentos.
Delirantes a ambos, frágeis, arriscados, sensíveis, mesmo estando abertos.

Complicado e indefinido é o formato das coisas, a perseverança na borda da fossa,
A vinda, o transcendental de nossas falas entregando na silhueta de formas novas...
Sombriamente afeiçoada, o esplendor de nossas almas que se encontram vivas.

Enxerguei o brilho de curta fala devorando num movimento os lábios
Pudesse eu devorar teus lábios, inclinar meu falo e dizer que a amo,
Numa coincidência, gostos e gestos espontâneos muito nos uniram.

Ander 02/11/2007

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