Quem és minha Valéria,
Nesse quarto oco do mundo
À meia noite sobressaltada, austera.
Irmã de meus desejos obscuros.
De fantasias e delírios um mundo feito
Pedaços de lego retirados do Inferno
Donde construo o semblante cruel e belo
De lascívia, malevolência e amor eterno.
Possuo, vou possuindo a nevoa de teu corpo,
Obscurecendo o mundo em treva doída
De amores e tristezas longínqua, que nos separam,
À meia noite, em pranto, a benção de Satã à minha ida...
A caminho de teus braços...
Ander 22/11/2009
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