O enigma desses olhos concentra uma tristeza
E o corpo é a chama de uma mulher pastora
De um silencio mortal aconchega tal cruel incerteza.
De quantas vidas poderá ter ou de quem é protetora.
Minuciosamente uma deusa, a observo a contemplá-la.
Um vivo por do Sol na adolescência da morte
Que na margem da vida quero, eternamente ama-la.
Para assim descer no sonho mais doce e profundo forte.
Dessa pele demasiadamente límpida e suavemente pura
É o foco do ajuntamento das artes e de todas as belezas
Como a dama da seriedade espantosa dando ao mundo uma cura.
E o céu se abre em santos e de tantas riquezas e encantos.
Todavia permaneço pensativo e o mundo essa esfera sem sentido.
Sem o toque seu, seu amplexo ao meu numa coloração divina.
Qual será tua graça? Chamaria de belas das mais belas,
Sem pudor no peito, sem pudor contido.
RODRIGO 12/04/2007
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