quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Hora Cássia, hora Frida.

Seus pés de espectro vieram à noite, leve, pomposa, obliquamente.
Tocando-me a fronte morta, mente a mente, com seus dedos inexoráveis e sombrios.
Por dimensões distantes, esferas lúgubres, taciturnas e arfantes.
Que nossas almas em língua antiga, pagã, dionisíaca, numa dança um tanto singular, introspectiva.
Num quadro coagulante... Uma face bela e indagativa... Mas distante. Hora Cássia, hora Frida.

Ander 07/03/2007

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