quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Teresinha.

Leve alma de sono e claros imensos oceanos
De rosas e flores e canções que entoam arcanjos dos campos
E vêm os ventos bailando em seus loiros cabelos num sorriso amplo
Ressonando nessa pele que minhas mãos tanto a querem por muitos anos.

Delicadas pétalas, tão finas, transparentes vestes.
Em que meus olhos sobre seus poros como pintura
Define centímetro por centímetro bela e pequena escultura
Repentinamente a mim como um anjo Serafim, viestes.

Fruto perfeito da arvore distante, inclino-me em teu alcance.
Nem mulher e nem menina é a fascinação fruída de exuberância
Para dentro é mistério. Sou teu sangue, resfolego e o seu alicerce.
Do antagônico destino em minha alma: uma fragrância mansa e calma.

O vendaval o espírito do homem em ardência consome
De delito meu coração, consiste da certeza de guardá-la, Teresa.
O alicerce é a ardência dos sonhos... Sem licença eterniza teu nome...
Teresa, Teresa. E dessa seriedade espantosa revela me gargalhada incrivelmente gostosa.

Hoje é ambas Terezas e ambas mutuamente as mesmas
Silenciosamente como outrora ou emotivamente como agora.
Nessa cidade, esse manto corroído de maldade, é Diadema!
Neste acaso, contemplo aos teus olhos abundantes de ternura.

Rodrigo 14/07/2007

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